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DESDE MONTAIGNE E DEPOIS DE MARKER
Autor: Corrigan, Timothy 
Tradutor: Borges, Luis Carlos
Editora: Papirus
Páginas: 224
1a Edição: 2015
Assunto: Artes e Fotografia – Cinema

Sinopse: 
‘Por que alguns tipos de documentário e formas não narrativas não considerados os mais interessantes, emocionantes e provocativos filmes produzidos nas últimas décadas? Obras de diretores como Ross McElwee (Bright Leaves), Agnès Varda (Os Catadores e Eu), Abbas Kiarostami (Close-up) e Ari Folman (Valsa com Balshir) têm chamado a atenção dos espectadores que, ao mesmo tempo, encontram dificuldades para categorizá-las. Às vezes descritos como documentários pessoais ou filmes-diário, esses ecléticos trabalhos são, na verdade, mais bem entendidos como variações cinematográficas do ensaio, conforme argumenta Timothy Corrigan nesse estimulante e indispensável livro. Desde Michel de Montaigne, os ensaios têm sido vistos como uma categoria literária mas, apesar de pioneiros como Chris Marker, ainda são raramente discutidos como uma tradição cinematográfica. Ao se aprofundar na longa relação entre literatura e cinema, bem como trazer novas interpretações e modelos teóricos’.

Fonte: Livraria Cultura

Escrito por marcia
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