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O bonitão Clive Owen está na capa e no recheio da revista norte-americana GQ, edição de outubro e já nas bancas. O astro britânico, de 49 anos, que está na série de TV “The Knick”, fala sobre querer se aposentar: “Não. Seja qual for a idade que você tenha, haverá um papel sobre quem você é e onde estiver. Há papeis de idade que você será rico, que você poderá levar. Então, a menos que eu seja incapaz, me imagino trabalhando sim”. Sobre movimento na carreira: “Há um pequeno período na minha carreira em que eu a perdi um pouco de vista. Atuar, como um monte de coisas na vida, é muito sobre apetite – querer fazê-lo, sentindo que você pode fazê-lo, sentir como se tivesse algo para fazer. Um apetite, uma fome para isto. Você começa a fazer escolhas baseadas em uma carreira, uma ‘mudança de carreira’ – nem sei o que é isto, o pensamento de que é a coisa certa a fazer ou o que quer. Não funcionam muito bem se eu responder ao objetivo material. Se eu tiver o apetite, não importa como a coisa aconteça. Bom, mau, é o apetite que leva você através dele. O melhor passo da carreira é ser bom, e a melhor maneira de ser bom é estar com fome por ela, querer fazê-la”. E se há algo após a morte: “Acho que nós estamos lutando para dar sentido a algo que nunca realmente faz sentido, é a minha teoria. Qualquer coisa pós-esta vida é uma tentativa desesperada de dar sentido a algo que não faz muito sentido. A vida é assustadoramente aleatória, e é isto o que acredito. Acredito que moldamos todas estas coisas para nos fazer sentir melhor sobre isto. Não forma nada. Acho que quando ela termina, ela termina. Quando penso sobre isto, acho que as nossas reflexões, como pessoas, continuam através de outras pessoas”.

Fonte: JustJared

Escrito por marcia
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