abr 05

DESDE MONTAIGNE E DEPOIS DE MARKER
Autor: Corrigan, Timothy 
Tradutor: Borges, Luis Carlos
Editora: Papirus
Páginas: 224
1a Edição: 2015
Assunto: Artes e Fotografia – Cinema

Sinopse: 
‘Por que alguns tipos de documentário e formas não narrativas não considerados os mais interessantes, emocionantes e provocativos filmes produzidos nas últimas décadas? Obras de diretores como Ross McElwee (Bright Leaves), Agnès Varda (Os Catadores e Eu), Abbas Kiarostami (Close-up) e Ari Folman (Valsa com Balshir) têm chamado a atenção dos espectadores que, ao mesmo tempo, encontram dificuldades para categorizá-las. Às vezes descritos como documentários pessoais ou filmes-diário, esses ecléticos trabalhos são, na verdade, mais bem entendidos como variações cinematográficas do ensaio, conforme argumenta Timothy Corrigan nesse estimulante e indispensável livro. Desde Michel de Montaigne, os ensaios têm sido vistos como uma categoria literária mas, apesar de pioneiros como Chris Marker, ainda são raramente discutidos como uma tradição cinematográfica. Ao se aprofundar na longa relação entre literatura e cinema, bem como trazer novas interpretações e modelos teóricos’.

Fonte: Livraria Cultura

Escrito por marcia
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fev 15

Autor: Bordwell, David 
Tradutor: Borges, Luis Carlos
Editora: UNICAMP
Páginas: 368
1a Edição: 2013
Assunto: Artes e Fotografias – Cinema

Sinopse: 
“‘Sobre a História do Estilo Cinematográfico’ apresenta um panorama de algo pouco conhecido: a estilística do filme. O livro mostra como a percepção crítica do estilo cinematográfico evoluiu ao longo do século XX, em três momentos chaves – ‘Versão Padrão’ da história do cinema; a versão crítica de André Bazin, sintetizada no influente ensaio ‘A Evolução da Linguagem Cinematográfica’; e a visão moderna da estilística fílmica, exposta pela análise estrutural de Noël Burch. Bordwell afirma sua própria abordagem através de uma opção metodológica que se distancia da historiografia tradicional. Revela-se um analista fílmico perspicaz. Alguém que sabe olhar para a imagem e levar em consideração a dimensão diacrônica de seus elementos estéticos.” (Fernão Pessoa Ramos)

Fonte: Livraria Cultura

Escrito por marcia
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dez 28

DESDE MONTAIGNE E DEPOIS DE MARKER
Autor: Corrigan, Timothy 
Tradutor: Borges, Luis Carlos
Editora: Papirus
Páginas: 224
1a Edição: 2015
Assunto: Artes e Fotografias – Cinema

Sinopse: 
‘Por que alguns alguns tipos de documentário e formas não narrativas são considerados os mais interessantes, emocionantes e provocativos filmes produzidos nas últimas décadas? Obras de diretores como Ross McElwee (Bright Leaves), Agnès Varda (Os Catadores e Eu), Abbas Kiarostami (Close-up) e Ari Folman (Valsa com Bashir) têm chamado a atenção dos espectadores que, ao mesmo tempo, encontram dificuldades para categorizá-las. Às vezes, descritos como documentários pessoais ou filmes-diári0, esses ecléticos trabalhos são, na verdade, mais bem entendidos como variações cinematográficas do ensaio, conforme argumenta Timothy Corrigan nesse estimulante e indispensável livro. Desde Michel de Montaigne, os ensaios têm sido vistos como uma categoria literária mas, apesar de pioneiros como Chris Marker, ainda são raramente discutidos como uma tradição cinematográfica. Ao se aprofundar na longa relação entre literatura e cinema, bem como trazer novas interpretações e modelos teóricos.’

Fonte: Livraria Cultura

Escrito por marcia
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