set 26

Autor: Castro, Ruy 
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 320
1a Edição: 2018
Assunto: Cinema, Livros

Sinopse: 
Billie Holiday, Anita O’Day, Doris Day, Fred Astaire, Mae West, Orson Welles, Billy Wilder, Alfred Hitchcock, Dashiell Hammett, Raymond Chandler, Humphrey Bogart, Glenn Miller, Frank Sinatra. Um século que produziu esses artistas não pode ter sido de todo mau. Em Saudades do Século 20, Ruy Castro – autor de O Anjo Pornográfico – conta a vida desses nomes universalmente admirados do cinema, da literatura e da música popular. Uma vida tão rica  e emocionante quanto a obra que deixaram. E, em muitos casos, uma vida que foi o exato oposto da imagem que eles passavam em seus filmes, livros e discos. Você vai ver.

Fonte: Livraria Cultura

Escrito por marcia
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mar 25

Autor: Castro, Ruy
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 440
1a Edição: 2006
Assunto: Artes e Fotografias – Cinema

Sinopse:
Nesta coletânea de textos apaixonados e bem-humorados sobre o melhor do cinema mundial, Ruy Castro revela os bastidores de grandes filmes e traz de volta o glamour de atores e diretores. ‘Um Filme é Para Sempre’ responde a um antigo desejo dos leitores de Ruy Castro – reler seus melhores artigos sobre cinema publicados na imprensa nos últimos trinta anos. São perfis de atores e atrizes, americanos e europeus, do período clássico, pequenos ensaios sobre diretores e comentários sobre filmes famosos e obscuros. O elenco vai de Bette Davis, Marlon Brando, Zsa Zsa Gabor e Boris Karloff a Bob Fosse, Max Factor, Leni Riefenstahl e ao Dr. Mabuse. Os textos do livro estão agrupados em catorze capítulos com temas como musicais, seriados, filmes de assuntos sérios (como espionagens ou alcoolismo) e sobre a vida conturbada de atores, atrizes e diretores, entre muitos outros.

Fonte: Livraria Cultura

 

Escrito por marcia
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fev 11

um-filmeO Cinema de Vanguarda dos Anos 60
Autor: José Lino Grünewald, Ruy Castro (org.)
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 288
Ano: 2001
Sinopse da Editora:
Selecionados e organizados por Ruy Castro, amigo e discípulo de José Lino Grünewald (1931-2000), os artigos de “Um filme é um filme” saíram na imprensa entre 1958 e 1970. Foram os anos mais agitados da história do cinema. Nunca tinha havido nada igual – e, até hoje, não houve de novo…Godard, Resnais, Truffaut: o charme da Nouvelle Vague. Fellini e o escândalo de “Dolce Vida”. Os “Tempos Mortos” de Antonioni. Cinema Novo: “Os Cafagestes” e “Deus e o Diabo na Terra do Sol”. Os Beatles explodem em “Os Reis do Iê-Iê-Iê”. Kubrick faz “2001 – Uma Odisséia no Espaço”. Ir ao cinema parecia tão essencial e urgente quanto viver. Eram os anos 60. Afinados com seu tempo revolucionário, jovens cineastas de diferentes partes do mundo viraram o cinema de cabeça para baixo, propondo uma linguagem que nenhuma outra forma de expressão pudesse reproduzir. Um filme era um filme – não poderia ser outra coisa.

Fonte: curtagora.com

Escrito por marcia
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