mar 03

A cerimônia de premiação do César, que é considerado o Oscar francês, foi realizada na Salle Pleyel, na noite de sexta-feira (2/3), em Paris, França. Confira os ganhadores:

MELHOR FILME
120 Batimentos Por Minuto, de Robin Campillo 
MELHOR PRIMEIRO FILME
O Pequeno Fazendeiro, de Hubert Charuel
MELHOR DIRETOR
Albert Dupontel, por “Au Revoir là-haut”
MELHOR ATRIZ
Jeanne Balibar, por “Barbara”
MELHOR ATOR
Swann Arlaud, por “O Pequeno Fazendeiro”
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Sara Giraudeau, por “O Pequeno Fazendeiro”
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Antoine Reinartz, por “120 Batimentos Por Minuto”
MELHOR ATRIZ REVELAÇÃO
Camélia Jordana, por “Le Brio”
MELHOR ATOR REVELAÇÃO
Nahuel Pérez Biscayart, por “120 Batimentos Por Minuto”
MELHOR FILME ESTRANGEIRO
Loveless, de Andrey Zvyagintsev (Rússia)
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
120 Batimentos Por Minuto, de Robin Campillo
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Au Revoir là-haut, de Albert Dupontel e Pierre Lemaitre
MELHOR DOCUMENTÁRIO
Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck
MELHOR CURTA-METRAGEM
Les Bigorneaux 
MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
Le Grand Méchant Renard et Autres Contes…, de Benjamin Renner e Patrick Imbert
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
120 Batimentos Por Minuto, de Arnaud Rebotini
MELHOR FIGURINO
Mimi Lempicka, por “Au revoir là-haut”
MELHOR FOTOGRAFIA
Vincent Mathias, por “Au Revoir là-haut”
MELHOR SOM
Nicolas Moreau, Stéphane Thiébaut e Olivier Mauvezin, por “Barbara”
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Pierre Queffelean, por “Au revoir là-haut”
MELHOR MONTAGEM
Robin Campillo, por “120 Batimentos Por Minuto”
MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
Grandpa Walrus 
CÉSAR DE AUDIÊNCIA
Uma Agente Muito Louca 
CÉSAR HONORÁRIO
Penélope Cruz 

Fonte: site oficial

Escrito por marcia
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maio 19

Os AnarquistasEste drama francês tem boas atuações dos protagonistas, boa direção de arte, boa fotografia, bons figurinos, boa maquiagem e cabelos e um roteiro interessante. A direção é de Elie Wajeman (Aliyah), com Tahar Rahim, Adèle Exarchopoulos, Swann Arlaud, Guillaume Gouix, Sarah Le Picard, Cédric Kahn e Emelie de Preissac.

Paris, 1899. O brigadeiro Jean Albertini, pobre e órfão, é escolhido para se infiltrar em um grupo de anarquistas. Para ele é uma oportunidade de crescer em sua carreira. Mas, a sua convivência e, como consequência, seu envolvimento com o grupo faz com que se questione e fique dividido.

Escrito por marcia
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