set 07

Matt Damon, Julianne Moore George Clooney estão na capa e no recheio da revista americana The Hollywood Reporter, promovendo o filme “Suburbicon”, na última edição, que já está nas bancas. Clooney, que dirigiu o longa, falou como sua vida mudou depois que ele e sua esposa, Amal, tiveram os gêmeos: “Agora a minha casa está cheia de sons quentes, de bebês chorando. Você deve ver quando meus amigos aparecem e me veem trocando fraldas, a risada que vem deles. Eu digo: ‘Eu sei, eu sei’. Falei muita merda por tantos anos, mereço ouvi-los [agora]… Nós não nos sentimos – ambos somos desrespeitados, e ela está mais desapontada do que eu, obviamente. Mas sou um garoto muito bom com fraldas, não sabia que seria.”

Fonte: JustJared

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fev 16

O talentoso Mahershala Ali está na capa e no recheio da revista The Hollywood Reporter, última edição. O ator, de 42 anos, que está no filme “Moonlight”, fala como foi crescer em torno das drogas: “Como fiquei mais velho, conseguir ver as coisas acontecerem com as pessoas. Comecei a ver primos irem para a prisão por roubo à mão armada, por drogas. A mãe da minha amiga era traficante de drogas, mas eu não sabia que ela era traficante. [O uso d]As drogas era uma forma das pessoas se apoiarem, sem fazer propaganda. Era feito secretamente. Hoje estamos acostumados a ver todas essas correntes, todos esses carros, quando muitas vezes foi feito discretamente e para sustentar a renda de alguém.” O filme, no qual tem uma importante participação, aborda a questão das drogas também.

Fonte: JustJared

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fev 07

Alguns nomeados ao Oscar 2017 participaram da noite dos nomeados, realizada pela The Hollywood Reporter, na segunda-feira (6/2), no restaurante Spago, em Beverly Hills, Los Angeles. Posaram no tapete do evento: Justin Timberlake, Viola Davis, Naomie Harris, Isabelle Huppert, Dev Patel, Garth Davis.

Fonte: JustJared 

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dez 01

viola-davis-e-denzel-washington-na-thrViola Davis Denzel Washington estão na capa e no recheio da revista americana The Hollywood Reporter, última edição e nas bancas a partir de 9 de dezembro. Os atores, que são os protagonistas do drama “Fences”, dirigido pelo ator, falam sobre o filme. Denzel fala sobre a relevância da história, apesar de ter sido escrita em 1985: “As circunstâncias, mais uma vez, são universais. Pode acontecer a qualquer um. Não sei se é mais um dado político agora na eleição ou o  que quer que seja, mas é um longo caminho de Troia agora, porque estamos na era pós-Obama, mesmo.” Viola fala sobre o que as pessoas devem esperar do filme em relação à cultura negra: “Acho que às vezes o que as pessoas sentem sobre os negros é que somos complicados, que somos realmente confusos, que fazemos o melhor com o que temos com o que nos foi dado. Nós viemos ao mundo exatamente como você [qualquer pessoa, independente de cor]. É que apenas as circunstâncias na cultura são citadas e colocam em nossas vidas o que temos de combater.” O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Fonte: JustJared

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nov 22

emma-stone-amy-adams-taraji-p-henson-natalie-portman-annette-bening-isabelle-huppert-e-naomie-harrisEmma Stone, Amy Adams, Taraji P. Henson, Natalie Portman, Annette Bening, Isabelle Huppert Naomie Harris estão na capa da revista americana The Hollywood Reporter, última edição. A publicação exalta as atuações destas atrizes este ano.

Fonte: JustJared

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maio 21

Juste La Fin du Monde - cena do filmeThe Last Face - cena do filmeO novo filme do jovem diretor canadense Xavier Dolan, “Juste La Fin du Monde”, que foi exibido no Festival de Cannes, na noite de quarta-feira (18/5), que está na competição oficial, foi recebido com frieza pela crítica especializada. O drama, que é uma adaptação da peça homônima de Jean-Luc Lagarce, é sobre um escritor em estado terminal, que retorna à sua casa, depois de uma longa ausência, para dizer à família que está morrendo. Deve ter sido frustrante para o diretor que era, até então, uma sensação desde que estreou na direção, aos 19 anos de idade, com o filme “Eu Matei Minha Mãe” (2009). Em 2014, Dolan ganhou o Prêmio do Júri, em Cannes, com o filme “Mommy”, juntamente com o filme do diretor Jean-Luc Godard, “Adeus, à Linguagem”. Outro filme que decepcionou foi “The Last Face”, de Sean Penn, que foi execrado pelos críticos e teve sua première na noite de sexta-feira (20/5). A trama é sobre a relação amorosa entre dois agentes humanitários. O jornal Daily Telegraph escreveu: “Penn nunca fez um filme tão ruim antes. O diretor americano fez 4 filmes antes deste: “Unidos Pelo Sangue” (1991), “Acerto Final” (1995), “A Promessa” (2001),  e “Na Natureza Selvagem” (2007). E a revista americana The Hollywood Reporter classificou o novo filme de Penn assim: “… surpreendentemente altiva, mas um coquetel atordoantemente vazio de romance e pornografia insultante entre refulgiados”.

Fonte: uol.com e Google

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abr 17

Mogli - cena do filmeA aventura/drama “Mogli: O Menino Lobo”, de Jon Favreau, liderou as bilheterias americanas deste fim de semana com a arrecadação de U$ 103,6 milhões e mundialmente o total foi de U$ 291 milhões, segundo a The Hollywood Reporter. A comédia “Um Salão do Barulho 3”, ficou em segundo lugar com a arrecadação de U$ 20,2 milhões. E, em terceiro, ficou a comédia “A Chefa”, com Melissa McCarthy no papel principal, com a arrecadação de U$ 10,2 no seu primeiro fim de semana.

Fonte: JustJared

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jan 21

Brie Larson na The Hollywood ReporterA estrela do momento, Brie Larson, que concorre ao Oscar 2016 na categoria melhor atriz, está na capa e no recheio da revista americana The Hollywood Reporter, última edição. A atriz, de 26 anos, que ganhou o Globo de Ouro 2016 e o Critics’ Choice Circle Film Awards 2016, na categoria melhor atriz, por sua atuação em “O Quarto de Jack” (2015). Brie fala sobre sua ascenção: “Cada passo deste último anotem sido uma experiência completamente nova e que é totalmente fora da minha zona de conforto”. Quando foi comunicada que faria o filme “Kong: Skull Island”, com orçamento de U$ 125 milhões, ela disse: “Fico me perguntando: ‘Como a minha vida seria diferente?’ Não tenho ideia. Nesta indústria, onde as coisas mudam tão rapidamente, descobri que não ter expectativas é a maneira mais feliz de seguir”. “O Quarto de Jack” teve um orçamento de U$ 5 milhões, por isso o espanto da atriz. Brie não aceita falar sobre seu namorado, o músico Alex Greenwald, e nem sobre sua dieta alimentar, dizendo o que pode falar numa entrevista: “Cada passo do caminho que estou aprendendo”. E completa: “Quando deixo saber, em uma entrevista, como me sinto, oh, o que era bom, ou o que me faz sentir, um pedaço de mim foi tirado. É uma linha que está à beira de ser cruzada, e uma vez atravessada, qual a próxima?” A publicação diz que Larson é cautelosa com a mídia por estar há 20 anos nesta carreira, logo que começou aos seis anos de idade no teatro.

Fonte: site oficial

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nov 26

Astros na capa de THRDa esquerda para a direita e de cima para baixo, Samuel L. Jackson, Michael Caine, Mark Ruffalo, Joel Edgerton, Benício Del Toro Will Smith estão na capa e no recheio da revista americana The Hollywood Reporter, edição de 4 de dezembro e já nas bancas. A publicação colocou atores distintos que, poderão concorrer nas premiações do final deste ano e do início de 2016 por seus papéis em filmes lançados em 2015, numa mesa redonda para debater vários assuntos do momento. Confira algumas perguntas da revista e as respostas dos astros:

THR: Vocês ainda ficam nervosos [ao atuar]?
Caine: Oh, sim, sim, sim.
Edgerton: Não fico muito nervoso em um set de filme, a menos que eu esteja colocando pressão sobre mim para o que é necessário no mesmo dia. Mas, no teatro, eu definitivamente fico nervoso. Cinco ou dez minutos antes de pisar no palco, realmente acho que vou ter um ataque cardíaco.
Jackson: Fico frustrado com o processo de ensaio. Quero ver como as pessoas vão reagir a isso. Mas nunca tive medo do palco.
Smith: Nunca fiz teatro. O que fizemos em “The Fresh Prince of Bel-Air” (no Brasil: “Um Maluco no Pedaço”) foi [antes] uma plateia ao vivo às sextas-feiras. Por isso, tinha esse efeito.
THR: Você fica nervoso ou com medo?
Smith: Eu vivo em eterno terror. (Risos) Tudo para mim sobre este negócio e sobre o que venho tentando construir  e o que venho tentando fazer com minha vida me mantém em terror. Sou motivado profundamente pelo medo. Com um filme, é como se você nunca soubesse; você pode amá-lo, você pode ter feito o que você acha que é o melhor trabalho que você já fez, e você o coloca para fora nessa sexta-feira, e todo mundo o odeia – e que você tenha levado um ano. E eles não apenas não gostam dele, sabe? Eles querem ser realmente criativos quando eles permitem que você saiba que eles odeiam.
THR: Mark e Sam, em seus filmes de super-heróis, vocês sentem validação pessoal, por que eles são tão populares?
Jackson: Esses filmes têm muito pouco a ver com a gente. Eles têm a ver com o evento. As pessoas adoram super-heróis, e, felizmente, estamos com neles, mas eles não são dependentes de nós. Eles poderiam colocar esse remendo de olho em outra pessoa, e ele iria trabalhar da mesma forma. O cara verde poderia ser qualquer um. Você mudaria Terrence Howard para Don Cheadle e ninguém perceberia.
THR: O público sempre o confunde com as peças que atua?
Ruffalo: Sim. Tinha um Dodge Dart 1972. Era um saco de ossos, apenas parou como um cavalo velho aqui em Los Angeles, de volta no dia. E a minha primeira participação na atuação foi em uma série de TV chamada Due South. E é claro que fui parado por uma policial, e ela disse-me: “Não me sacaneie, sei que você é querido”. E eu disse: “Ouça, meu bem, tenho ido em centenas de audições aqui e não consegui uma. Não sou querido”. E ela disse: “Não, eu já vi você em um anúncio de procurado”. E eu disse: “Bem, estava em um show na noite passada, onde atuei como um pequeno criminoso”. E ela me multou de qualquer maneira.
THR: E sobre violência, Vocês já se preocuparam em seus filmes?
Jackson: Não, cara. Não tenho problemas com a violência nos filmes. Gostos destas histórias. Assistia a filmes de Hong Kong o tempo todo. Passei um terço da minha vida apenas sentado assistindo a filmes asiáticos. Li romances violentos, romances de espionagem, de assassinatos, de mistérios e de terror. Sempre gostei destas coisas. Nós crescemos com isto. Cresci assistindo a faroestes na televisão. Costumava me incomodar quando os caras levavam tiros na TV, eles simplesmente agarravam o peito e caiam. Fiquei muito decepcionado quando estava sentado lá, assistindo “Sicário”. Queria ver cabeças desses garotos explodindondo. (Risos) Oh, me desculpe, alerta de spoiler! Quando você está sentado lá com esses caras, não quero sangue na parede. Quero as pessoas caindo por cima da mesa de jantar.
THR: Benicio, você chegou a conversar com o diretor sobre a violência em “Sicario”?
Benicio: Bem, eu sabia que Dennis [Villeneuve, o diretor do filme] era muito elegante com sua violência. Mas, a questão é: se você atua um personagem que você concorda com ou não, você entende o personagem? Então, eu entendo o personagem. Concordo com ele? No final do dia, não.

Fonte: site oficial

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nov 19

8 Estrelas Brancas de Hollywood na THRA capa e o recheio da última edição da revista americana The Hollywood Reporter traz as estrelas que, possivelmente, concorrerão ao Oscar 2016. O que chama a atenção é que não há nenhuma negra na imagem. A capa foi publicada na quarta-feira (18/11) e nela estão, da esquerda para a direita e de cima para baixo: Cate Blanchett, Helen Mirren, Jennifer Lawrence, Charlotte Rampling, Brie Larson, Jane Fonda, Kate Winslett Carey Mulligan. A matéria exalta as 8 atrizes como as “mais talentosas dos dias de hoje” e que não se podia “ignorar o fato de que todas essas mulheres são de raça branca – sejam de jovens ou de idade, inglesas, australianas ou americanas. É chocante!” O editor executivo da publicação, Stephen Galloway, disse mais: “A cruel realidade é que não há atrizes que venham de grupos minoritários na disputa do Oscar este ano”. Continua: “Falem aos executivos que dirigem a indústria cinematográfica e eles dizem que querem mudar”. E acrescenta: “Mas não existe quase nenhum executivo de cinema que seja da raça negra e há muito poucos produtores. Diretores da raça negra? Não há em número suficiente – e muito menos mulheres”.

Fonte: site oficial da THR e JustJared

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